Sin's Destiny - Parte Um
Aprendiz a espadachim
O campo de treinamento
O teste de personalidade
Uma nova vida
Sin's Destiny - Parte Dois
O deserto
A fazenda de cogumelos
Sin's Destiny - Parte Três
O treinamento com Yierhan
O inicio de uma aventura
Vestígios de batalha
O reencontro
Sin's Destiny - Parte Quatro
De volta para casa
Uma viagem inesperada
A cidade dos bruxos
A torre de Geffen
Sin's Destiny - Parte Cinco
Por dentro do Monte Mjolnir
Abadia de Santa Capitolina
Volta para casa
Sin's Destiny - Parte Seis
Outra viagem
Ressurreição de Satan Morroc
________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Sin’s Destiny
Eduardo Bandeira do Val
Aprendiz a espadachim
- É cedo. Eu disse, desejando voltar para a cama.
- Não. Você têm que ir. Vamos seu pai está esperando e você sabe como ele detesta esperar. Vai levanta dessa cama logo porque hoje é o dia. Disse minha mãe.
Todos os garotos que completam seus 10 anos de vida têm que passar pelo teste que vai determinar seu trabalho. E hoje era o meu dia.
- Isso era um ritual de passagem que todas as pessoas fazem desde o inicio dos tempos - disse meu pai, - é quando os Deuses escolhem os melhores guerreiros para servir e proteger as cidades e, posteriormente, se tornarem cavalheiros. E esse é o seu destino meu filho!. Ele disse, confirmando o que todos esperavam: que eu seguisse os seus passos na cavalaria de Prontera e me tornasse um Cavaleiro.
Passei a vida inteira esperando o dia em que eu me tornaria um cavaleiro e depois um grande Lorde, o mais alto nível na cavalaria de Prontera que um plebeu poderia chegar, como meu pai havia me dito. Meu pai me contava histórias de suas guerras e suas lutar ao lado do próprio rei Tristan III. Os tempos em que o mal conhecia seu lugar e temia a grande ordem dos cavaleiros.
A vida de cavaleiro me assustava com todas aquelas guerras e batalhas contra o mal. Ouvi histórias sobre um grande monstro com chifres curvados que, com uma foice, desbravava orlas de guerreiros a cada golpe. Me disseram que seu nome era Bafomé ou algo parecido. E isso era excitante, a idéia de ser o guerreiro que derrotaria um monstro desses ou que finalmente poria fim ao império do Imperador Morroc, um monstro que devastou a cidade de Morroc inteira só com seu aparecimento e fez com que seus habitantes tivessem que fugir para as pirâmides. Esse era meu desejo, derrotam um monstro desses e ganhar glória. Era isso que eu queria. Ser um Lorde! Mas antes eu teria que me tornar um espadachim.
- Chau mãe! Quando eu voltar você estará olhando para o novo indicado a escola de espadachins de Izlude!
- Seu cuide meu filho! Vá bem nos testes e faça que te mandarem. E cuidado com os besouros ladrões fêmeas, elas são muito perigosas - gritou minha mãe da porta de casa.
Nós morávamos na cidade de Prontera onde meu pai trabalhava. Antigamente ele costumava sair em campanhas por toda Rune Midgard, mas agora ele era o mestre que ensinava estratégia de batalha na Cavalaria de Prontera. Um trabalho importante, ele me disse uma vez. “Sem estratégia como você acha que nós conseguiríamos vencer todas essas guerras?” ele sempre dizia, mas para mim parecia um trabalho monótono de mais para alguém que já foi um grande guerreiro e eu sabia que ele sentia falta daquelas épocas.
- pai vou passar na casa do Edmond tudo bem?.
- Só não vai se atrasar. Ele também vai fazer testes para a escola de espadachim não é?
- Sim! - Gritei já no meio dos mercadores que enchiam a cidade.- Vou chamar ele para nós fazermos o teste juntos.
- Tudo bem . Diga a ele que eu desejo boa sorte e espero que tudo de certo para vocês. Ah! Também diga que eu quero falar com o pai dele. Estou precisando afiar minha espada e quero saber se ele pode melhorar ela para mim.
- Tudo bem. Falei enquanto virava a rua da casa dele. Edmond morava perto da praça das bandeiras na cidade, onde seu pai, o ferreiro de Prontera tinha uma loja de forja. A mais conhecida da região. Estava sempre cheia de sons: o barulho das armas sendo forjadas e também do som de pessoas conversando enquanto esperavam sua vez.
- Bom dia Sr. Hugo. O Edmond está? Perguntei.
- A bom dia Rutsuman! Você não encontrou com ele do lado de fora? Ele está lá te esperando! Eu te avisei que existiam riscos em aprimorar mais esta arma! - Ele gritou para um bruxo nervoso que acabara de perder sua melhor varinha.
- Obrigado! Eu disse sem saber se ele ouviu.
- Ai está você... - Disse Edmond ao dizer adeus para uma aprendiz de noviça. - Vamos ou nós iremos nos atrasar.
- Não. Você têm que ir. Vamos seu pai está esperando e você sabe como ele detesta esperar. Vai levanta dessa cama logo porque hoje é o dia. Disse minha mãe.
Todos os garotos que completam seus 10 anos de vida têm que passar pelo teste que vai determinar seu trabalho. E hoje era o meu dia.
- Isso era um ritual de passagem que todas as pessoas fazem desde o inicio dos tempos - disse meu pai, - é quando os Deuses escolhem os melhores guerreiros para servir e proteger as cidades e, posteriormente, se tornarem cavalheiros. E esse é o seu destino meu filho!. Ele disse, confirmando o que todos esperavam: que eu seguisse os seus passos na cavalaria de Prontera e me tornasse um Cavaleiro.
Passei a vida inteira esperando o dia em que eu me tornaria um cavaleiro e depois um grande Lorde, o mais alto nível na cavalaria de Prontera que um plebeu poderia chegar, como meu pai havia me dito. Meu pai me contava histórias de suas guerras e suas lutar ao lado do próprio rei Tristan III. Os tempos em que o mal conhecia seu lugar e temia a grande ordem dos cavaleiros.
A vida de cavaleiro me assustava com todas aquelas guerras e batalhas contra o mal. Ouvi histórias sobre um grande monstro com chifres curvados que, com uma foice, desbravava orlas de guerreiros a cada golpe. Me disseram que seu nome era Bafomé ou algo parecido. E isso era excitante, a idéia de ser o guerreiro que derrotaria um monstro desses ou que finalmente poria fim ao império do Imperador Morroc, um monstro que devastou a cidade de Morroc inteira só com seu aparecimento e fez com que seus habitantes tivessem que fugir para as pirâmides. Esse era meu desejo, derrotam um monstro desses e ganhar glória. Era isso que eu queria. Ser um Lorde! Mas antes eu teria que me tornar um espadachim.
- Chau mãe! Quando eu voltar você estará olhando para o novo indicado a escola de espadachins de Izlude!
- Seu cuide meu filho! Vá bem nos testes e faça que te mandarem. E cuidado com os besouros ladrões fêmeas, elas são muito perigosas - gritou minha mãe da porta de casa.
Nós morávamos na cidade de Prontera onde meu pai trabalhava. Antigamente ele costumava sair em campanhas por toda Rune Midgard, mas agora ele era o mestre que ensinava estratégia de batalha na Cavalaria de Prontera. Um trabalho importante, ele me disse uma vez. “Sem estratégia como você acha que nós conseguiríamos vencer todas essas guerras?” ele sempre dizia, mas para mim parecia um trabalho monótono de mais para alguém que já foi um grande guerreiro e eu sabia que ele sentia falta daquelas épocas.
- pai vou passar na casa do Edmond tudo bem?.
- Só não vai se atrasar. Ele também vai fazer testes para a escola de espadachim não é?
- Sim! - Gritei já no meio dos mercadores que enchiam a cidade.- Vou chamar ele para nós fazermos o teste juntos.
- Tudo bem . Diga a ele que eu desejo boa sorte e espero que tudo de certo para vocês. Ah! Também diga que eu quero falar com o pai dele. Estou precisando afiar minha espada e quero saber se ele pode melhorar ela para mim.
- Tudo bem. Falei enquanto virava a rua da casa dele. Edmond morava perto da praça das bandeiras na cidade, onde seu pai, o ferreiro de Prontera tinha uma loja de forja. A mais conhecida da região. Estava sempre cheia de sons: o barulho das armas sendo forjadas e também do som de pessoas conversando enquanto esperavam sua vez.
- Bom dia Sr. Hugo. O Edmond está? Perguntei.
- A bom dia Rutsuman! Você não encontrou com ele do lado de fora? Ele está lá te esperando! Eu te avisei que existiam riscos em aprimorar mais esta arma! - Ele gritou para um bruxo nervoso que acabara de perder sua melhor varinha.
- Obrigado! Eu disse sem saber se ele ouviu.
- Ai está você... - Disse Edmond ao dizer adeus para uma aprendiz de noviça. - Vamos ou nós iremos nos atrasar.



