Páginas da Heimskringla

Criada em 21/09/2018 - Mestra da Guida: .:Maria Lucia:.
Dj Maluco
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Páginas da Heimskringla

Mensagem por Dj Maluco » 12 Out 2018, 20:21

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Este tópico tem como objetivo relatar por meio de textos, poemas e imagens as aventuras da Heimskringla. Com o tempo as páginas da saga Heimskringla estarão cheias de histórias. Membros do clã estão livres para contribuir com nossa história. Já deixo alguns momentos:



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Dj Maluco
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Re: Páginas da Heimskringla

Mensagem por Dj Maluco » 04 Nov 2018, 02:59

Missão: Coleta de Lixo

Parte I


As ruínas de Juperos guardam muitos mistérios de uma antiga civilização. Com o avanço do projeto Fantasmagórica, muitos aventureiros retornaram a exploração de Juperos. Alguns especulam que possa haver resquícios de tecnologia antiga embaixo dos escombros ou até mesmo dentro das sofisticadas máquinas que habitam a cidade. Entre sucatas e destroços estão os segredos de um mundo perdido. Não demorou muito até as noticias se espalharem por Juno: um grupo singular estava recrutando aventureiros.


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Taverna de Juno: Em um dia comum na cidade de Juno, uma organização intitulada Heimskringla utilizava a taverna local para instigar a mente de jovens aventureiros com promessas de morte e sucata. Muitos aparentemente gostaram da ousada proposta ou estão apenas procurando os parafusos que perderam.


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Sangue novo, pensou Maria Lúcia ao ver os novos rostos. Recrutas corajosos, pensou Lexus Vermilion. Um dos corajosos se intitulava Adam, um cavaleiro rúnico montado em seu fiel Ferus, Ankhalagon; o outro, entretanto, não se intitulava de maneira alguma, o desordeiro sem nome era um viajante habilidoso com o arco. Fizeram a última refeição enquanto realizavam as apresentações.


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Após conversarem com a Professora Fayruz na biblioteca de Juno, o bando seguiu a pé até o desfiladeiro de El Mes, aos portões de Juperos. No caminho Maria Lúcia recitava seu conhecimento histórico do lugar, ensinando os novatos um pouco de sua bagagem intelectual. Claro, os demais rapazes ficavam com a função de limpar o caminho enquanto Maria Lúcia alimentava o ar com falas decoradas e notas de rodapé dos livros que tanto lia quando jovem.


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O grupo chegou sem grandes problemas à entrada da cidade. As palavras vagas de Maria Lúcia já eram ignoradas pelos demais membros, o som inorgânico das máquinas já sinalizava que as coisas ficaram mais perigosas. O desordeiro sem nome se posicionou na traseira com seu arco, enquanto terminava os últimos ajustes de seu equipamento ocular. Os dois cavaleiros rúnicos ficavam a frente, se preparando para limpar o caminho com as baforadas de seus dragões, os animais já estavam inquietos pelo barulho. Maria Lúcia sacou seu gladio e liderou a empreitada.


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Durante a expedição o grupo coletou diversos equipamentos da cidade. Destroços dos inimigos se somavam a pequenos espólios de batalha e saques do pouco que havia restado por ali. Foi quando o bando descobriu estranhas estátuas pela cidade, curiosos pelo encantamento imposto nestes monumentos o bando seguiu para o coração da cidade.

Na cidade encontraram máquinas que funcionavam como interruptores, após limparem os robôs que guardavam estas áreas o bando pode liberar o acesso do interior da cidade, mas para isto precisavam chegar ao centro das ruínas antes que o sistema de defesa se restaurasse. O grupo seguiu pelo labirinto de concreto, enfrentando máquinas poderosas, mas derrubando uma a uma. Cada inimigo abatido pelo Desordeiro era material para novas flechas, os dois dragões estavam cada vez mais irritados, a carne dos inimigos não era comestível.

O grupo se perdeu entre as ruas, sendo emboscados por diversos inimigos, Vesper ecoava por todos os cantos da cidade tentando segurar o avanço do quarteto e estava conseguindo, a princípio. Quando chegaram próximos aos portões puderam ver as portas se fechando. O grupo estava sendo atrasado pelos disparos das máquinas, o escudo de Maria Lúcia fazia uma boa cobertura, mas era difícil correr enquanto o impacto das balas a empurravam em direções contrárias aos portões. O desordeiro precisava ser ágil para conseguir cobertura, vez ou outra precisava ser mais ágil ainda para sair e evitar as bombas lançadas pelos robôs. Lexus conseguia cobrir o bando com as chamas de seu Ferus, permitindo a passagem, mas apenas por um curto período de tempo. Vesper sairia vitorioso, se não fosse o ato imprudente de Adam em avançar em meio ao campo de batalha, as balas atingiam sua armadura, escudo e corpo, o animal parecia estar tomado por uma fúria bestial que o impossibilitava de sentir a dor dos disparos. Adam chegou até os portões, eliminando os últimos robôs guardiões com um jato rubro infernal e com sua força segurou os portões impedindo que eles se fechassem, dando tempo para os demais seguirem adiante.¹

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Após adentrarem os portões, o bando seguiu pelos elevadores, avançando cada vez mais a Vesper que tentava de tudo para impedir a todo custo à chegada da Heimskringla. Com as tralhas coletadas puderam ativar os equipamentos antigos do elevador e seguir a frente. Entretanto...

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- Alguém tem a última peça? – Perguntou Maria Lúcia fuçando em sua bolsa. Recebeu uma resposta do Desordeiro. – Nada comigo. – Seguido de Adam. – Também tenho nada comigo. – Lexus respirou fundo, já sabia que não conseguiriam avançar dali em diante, mas talvez fosse algo bom, sabia que não poderiam derrotar Vesper sozinhos e que só estavam ali por... Porque diabos estavam indo derrotar Vesper?! Seja como fosse, Lexus conhecia um homem capaz de ajudar o grupo, um especialista naquele tipo de situação. O grupo então retornou para a taverna, para realizar novos preparativos e investigar a sucata adquirida naquele saque.

O grupo aguarda novos aventureiros e integrantes da Heimskringla para uma nova empreitada, mas desta vez, iriam até o fundo de Juperos. Vesper não escaparia desta vez. /grr

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[OFF] - Essa foi nossa primeira missão “grande”, meio feita de última hora. Começamos em uma taverna e terminamos perseguindo um homem máquina milenar, como toda boa história com bebida deve ser.

¹ - A gente quase perdeu o tempo mesmo, muito mob na frente e o doido do Adam saiu correndo no meio e geral foi junto HUAHEUUHAE, pique portões do ENEM.

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Re: Páginas da Heimskringla

Mensagem por DMoRiaM » 09 Nov 2018, 08:36

Bateu uma nostalgia lendo esse tópico.

Muito bom! /snif
Quando der tempo coloco uma assinatura... :D

Dj Maluco
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Re: Páginas da Heimskringla

Mensagem por Dj Maluco » 08 Dez 2018, 15:58

Missão: Coleta de Lixo

Parte II


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Taverna de Juno: Era noite na cidade de Juno, os estabelecimentos em sua grande maioria estavam fechados para o público. A taverna de Juno era uma das poucas exceções. Ali dentro um trio debatia planos e traçava estratégias para uma grande empreitada. Nenhum aventureiro novo havia se juntado ao grupo desde então. Na realidade eram um esquadrão seleto para realizar uma missão perigosa. Ali dentro estava Maria Lúcia, a porta voz da Heimskringla e olhos de Odin; Richter, o Norna do bando e protetor de nossos destinos; por fim o habilidoso guerreiro Tiwaz, mais conhecido como Sorento. O trio discutia a respeito de invadir as instalações de Juperos e chegar até o centro da cidade perdida, onde Vesper, seu guardião, aguardava novos aventureiros. Na ultima empreitada Vesper havia se saído vitorioso, mas não desta vez.

Ajeitaram seus equipamentos e abasteceram suas mochilas com suprimentos. O trio marchou rumo a fenda de El Mes e adentraram a cidade perdida. Já enfrentando de cara seus habitantes cibernéticos.

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O grupo avançou sem grandes dificuldades até a entrada do segundo andar. Na qual já estava guardada de antemão pelos soldados de Vesper. Maria Lúcia avançou lentamente pelas escadas, tentando avançar aos poucos enquanto a chuva de balas atingia seu escudo. Sorento foi mais ágil e em um salto exemplar se jogou em meio às máquinas que bloqueavam o caminho. Já com suas Katares em mãos ele começou a desferir diversos golpes enquanto seus pés dançavam realizando giros coordenados. As lâminas atingiam as pernas, braços e corpos das máquinas destruindo-as, mas os robôs logo se prontificaram a focar o seu novo inimigo, deixando o caminho livre e uma nova chuva de balas veio de encontro ao Sicário. Assim como a chegada profética de uma Valquíria, Richter subiu ao topo tão rápido que parecia que seus pés deslizavam pelo chão graças ao incremento de agilidade, logo de imediato começou a conjurar encantos divinos que tanto fortaleciam o sicário, mas como também o protegiam, o topo da coluna emitiu uma forte luz branca de tamanha energia emanada pelo Norna.

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Quando a luz diminuiu, Maria Lúcia pode ver que os inimigos estavam todos em pedaços no chão e os dois homens, intactos. Avançaram aos andares superiores. Assim como da vez anterior, o grupo teve que quebrar os interruptores que impediam o acesso aos anteriores superiores. Desta vez haviam coletado todas as peças necessárias para subir. Conforme avançavam o grupo derrubava uma a uma as máquinas do inimigo no caminho.

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O grupo chegou aos limites do elevador, Maria Lúcia começou a fuçar sua mochila em busca das chaves que liberariam a passagem pelo elevador. – Vermelha? Isso aqui é Vermelha? Tem uma preta também... – Ela murmurava. – Então temos tudo? – Questionou Richter tendo a resposta emergida no meio dos sussurros da guardiã real. - Juntos eles formam o brasão da república... Sim, sim, temos tudo. Ele vai enviar seus soldados. – Disse ao pegar as peças e fechar a mochila. – Fiquem atentos. – Richter então reclamou aos céus. – Ai meu Odin.

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Após chegaram ao coração da cidade, o grupo aguardou a vinda de Vesper. Tiveram que acampar naquele lugar hostil por um tempo, enquanto ouviam as máquinas se movendo pelas vielas da cidade e piscavam suas luzes artificiais do alto das grandes construções. No pequeno acampamento improvisado, sem fogo e sentindo o ar gelado em seus corpos, os dois homens começaram a discutir a respeito de seus passados. Maria Lúcia se surpreendeu em como o passado daqueles dois homens era terrivelmente sofrido e quão amargo seus corações estavam em busca de vingança. Foi quando Vesper surgiu para enfrentar o trio. Armado até os dentes com seus canhões de pura energia sagrada e soldados mecânicos como reforço.

De longe seu primeiro ataque foi um grande disparo de energia. Maria Lúcia tomou frente do grupo e bloqueou com seu escudo. Sua armadura estava encantada com o elemento sagrado e foi capaz de segurar todo o disparo efetuado pelo monstro, mas tamanha era sua força que a jovem foi arremessada para trás. Sorento então avançou contra o inimigo enquanto seu canhão carregava um novo ataque. Richter conjurou seus encantos fortalecendo o Sicário que avançou contra o inimigo, atacando os servos do deus máquina que estavam no caminho que tentavam disparar rajadas de pura energia. As Katares do sicário eram mais rápidas que seus inimigos e com uma execução de Lâminas de Loki foi rapaz de destruir todos os inimigos menores indo de encontro direto a Vesper.

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Maria Lúcia se recuperou do impacto e avançou contra o inimigo, mas no meio de seu deslocamento pode perceber que uma nova rajada de energia seria efetuada, mas na direção do arcebispo. Maria Lúcia desviou sua rota se colocando em frente ao aliado, protegendo-o com o escudo.

- Ele é bem inteligente. Maldição. – Resmungou a garota com o suor no corpo.

- Não esperava algo diferente. – Comentou Richter e com um movimento sincronizado com os braços conjurou ao redor um poderoso Santuário, fortalecendo os membros do bando. – Mas eu tenho minhas próprias cartas na manga. – Dizia ele esbanjando um breve sorriso.

Sorento estava concentrando. Diferente dos demais membros, ele estava cara a cara com o inimigo. Um soco poderoso com a mão do canhão quase o atingiu, desviando por pouco enquanto rolava o corpo para o lado. Aproveitando a mão cravada no solo, o sicário avançou subindo por ela e desferindo um ataque direto na cabeça da máquina.

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O golpe abriu o crânio metálico de Vesper, mas não o suficiente para destruí-lo por completo. Aquela máquina ainda conseguia operar sem a cabeça. Seus ataques se tornaram mais desordenados e uma nova leva de inimigos surgiu na traseira do bando, convocados pelo seu senhor. Maria Lúcia protegia o arcebispo das balas e segurava o avanço dos inimigos. Após um novo ataque, Sorento conseguira abrir um buraco no peito de Vesper, revelando seu núcleo de energia, um artefato brilhante e extremamente quente. Correu em velocidade contra Vesper a fim de atingir aquele componente, talvez assim neutralizando-o de vez. O inimigo preparava uma nova rajada de seu canhão.

Ao disparar seu canhão, parte da energia sagrada era emitida pelo buraco de vésper, um vazamento de energia pura. Aquilo não intimidou o Sicário que desviava de um lado para o outro tentando enganar a mira do inimigo, deslizou pelo chão liso e sentiu o feixe de luz passar por cima de sua cabeça, uma esquiva perfeita. Tendo então a brecha perfeita para cravar suas Katares no núcleo de Vesper. Sentiu o corpo queimar e sua pele não poderia conter tanta energia como aquela; Vesper estava prestes a explodir. Como um apoio dos deuses, Sorento sentiu o corpo se revitalizar. Richter focou toda sua atenção e energia em manter o companheiro integro, por mais que o calor excessivo queimasse o corpo do sicário, a magia do arcebispo o recuperava de novo de uma maneira quase grotesca. Vesper então explodiu em um enorme clarão branco.

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Maria Lúcia cobriu seus olhos, sendo cegada pelo clarão. Quando pude ver, entre a fumaça e energia remanescente no ar, viu Sorento sobre os destroços do inimigo, vitorioso, sem nenhum tipo de ferimento, graças a Richter. Os três sorriram, haviam conseguido derrotar Vesper e seu exercito de máquinas. Maria Lúcia seguiu até os destroços para conseguir a peça que precisavam para o comunicador. O primeiro passo havia sido dado afinal.

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O Sorento esqueceu de equipar a Katar certa e ficou moh cota tentando matar, até esses dois noobs terem morrido e terem que ser ressucitados por mim. /e3

Dj Maluco
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Re: Páginas da Heimskringla

Mensagem por Dj Maluco » 08 Dez 2018, 17:15

Missão:Torre de Thanatos

Parte I

As peças de Vesper foram enviadas para a habilidosa mestre ferreira Ada Lovelace, uma amiga de Maria Lúcia conhecida pela sua engenhosidade em criações mecânicas. Após algumas semanas Ada foi capaz de criar um sistema de comunicação de alta tecnologia, suficiente para operar em todo o mundo conhecido. Mas era preciso levar este equipamento a um lugar alto, para que o sinal pudesse ser melhor distribuído. O local escolhido foi a Torre de Thanatos.

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Loja de Ferramentas de Juno: O local de encontro dos membros da Heimskringla foi à loja de ferramentas de Juno. Ali o bando conheceu um sentinela que se dispôs a ajudar na ousada missão de escalar a Torre de Thanatos para colocar uma antena. Na loja Maria Lúcia subiu na parte mais alta e começou a explicar a situação para seus companheiros. Em meio ao discurso:

- Monstros estão surgindo naquela torre, por alguma razão desconhecida a Rekenber. Que atualmente cuida do lugar. – Dizia Maria Lúcia.

- Padrão Rekenber. – Comentou Richter com desdém.

- Bom, como é um ponto alto, estamos indo para lá instalar esta antena e quem sabe descobrir algo. Talvez a espada antiga do poderoso Thanatos. Vamos precisar de toda ajuda possível. – Dizia Maria Lúcia.

- Imagine só você empunhando ela. – Comentava Richter em tom humorado.

- Eu me disponho a ajudar! – Exclamou Sekwaf animado com a empreitada. Seguido do Sentinela. – Bem, ultimamente não tenho tido muita força com minhas caças, pode vir a ser algo interessante. – Dizia de maneira mais serena.

- E quem seria você arcebispo? – Richter questionava o segundo membro da igreja no local, embora fossem membros da Heimskringla há um tempo, era a primeira vez que se conheciam. O sentinela reforçava a pergunta. – Ele não estava com vocês nessa história toda? – Dizia com um ar de dúvida no rosto.

- Há muito tempo me aventurei com um de seus parceiros. – Sekwaf respondia. – Mas me ausentei, estava no monte em jejum.

- Ótima história, agora desça dai menina! - Gritou o vendedor um tanto incomodado com aquela bagunça.

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O grupo seguiu pelos arredores de Juno. Caminhando rumo a um de seus desfiladeiros enquanto eram atacados eventualmente por hordas de harpias. No caminho, a neblina escondida algo, estava frio e seco ali no alto e quando se aproximaram mais da borda do desfiladeiro podiam ver uma figura na borda, um oficial da Rekenber que dizia de maneira nada calorosa.

- Bem-vindos, a Torre de Thanatos. – Enquanto ele falava, parecia que a neblina se dispersava, mostrando a enorme construção logo à frente. Ela era realmente alta.

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- Ditze! A luz que ilumina esta torre mórbida! – Comentou Sorento, sendo o primeiro a entrar na torre. – Sempre bom vê-la antes de me aventurar pelos corredores deste lugar. – A atendente ficava um pouco corada com os elogios, repassando os papéis de inscrição a cada um dos membros do bando. – Esses bichinhos fofos nem se comparam com o que vocês deverão ligar aqui dentro. – Advertiu Sorento enquanto o grupo fazia sua inscrição no quadro de funcionários.


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- Como você sabe disto tudo? Como conhece estas pessoas? – Perguntou Maria Lúcia.

- Já estive aqui antes. – Comentou o Sicário. – A guilda dos mercenários fazia a limpeza para a Rekenber, era bom no inicio de carreira, mas na época não progredimos mais do que isso. Os grupos ficaram escassos... – Dizia Sorento ao grupo. Explicando sua relação com o lugar.


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No caminho até o topo o grupo teve que sobrepujar diversos desafios, desde monstros agressivos, corredores tortuosos, instabilidades na construção que podiam fazer o chão se abrir engolindo-os ou o rompimento de pedaços do teto capazes de esmagar uma pessoa e chaves secretas em forma de pedras arcanas para abrir, mas o pior obstáculo sem dúvida foi decifrar o código de uma das máquinas que liberavam a passagem.

- Ai meu Santo Odin! Me dê forças para não quebrar essa máquina! – Richter não conseguia decifrar o código e estava ficando irritado.

- Vocês conseguem, eu já resolvi e estou com minha pedra. – Comentava Maria Lúcia, a primeira a resolver o problema numérico.

- Ela diz que eu não acertei nada! – Reclamou o sentinela.

- Consegui! – Comentou Sekwaf. – Um tanto complicado. – Dizia. Não demorou muito até o sentinela conseguir resolver também o código. Restando apenas Sorento e Richter.

Após alguns minutos Sorento conseguiu retirar para si uma das pedras mágicas que liberavam a passagem. – Finalmente... – Dizia nada animado.

Todos se sentaram próximos e aguardavam Richter resolver o problema, mas apenas ouviram gritos enfurecidos dele.

- Maldição!!! – Gritou. Após um longo tempo o grupo pode seguir caminho até os andares superiores.


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Continua...


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